segunda-feira, 9 de julho de 2007

E agora, o que fazer?


O que fazer se nosso principal cantor (ou instrumentista) dá contra testemunho, falta às reuniões e ensaios, e ainda se mostra cheio de razão?


Excluí-lo imediantamente? Este talvez não seja um ato de amor.


Deixar tudo como está? Certamente seria uma atitude de desamor que revelaria descaso para com a pessoa e o ministério.


O que fazer então? Vejamos o que nos sugere o próprio Jesus em Mateus 18, 15s: “Se o teu irmão pecar, vai corrigi-lo a sós. Se te ouvir, ganhaste o teu irmão. Se não te ouvir, porém, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida pela palavra de duas ou três testemunhas.”

Uma questão como esta envolve dois aspectos importantes: o amor pela pessoa e o zelo pelo serviço. O amor por aquele irmão nos leva a não descartá-lo de nosso meio, mas, sim, intensificar o processo de pastoreio, inclusive contando com a ajuda de outras pessoas que possam também acompanhá-lo em oração, aconselhamento. Talvez o seu problema não esteja dentro do ministério de música mas, sim, dentro do ministro, dentro dele. Problemas pessoais, na família, casamento, financeiros provocam em cada um reações diferentes. Apresente a situação à coordenação do grupo. O zelo pelo serviço nos conduz a reavaliar sua atuação no ministério, de preferência com o auxílio daqueles que já o acompanham ou da própria coordenação.

Embora seja uma questão delicada, é importante que se entre logo em processo de discernimento e resolução do caso, a fim de que ele não venha a se tornar ainda mais difícil com o passar do tempo.
Fonte:http://blog.cancaonova.com/elianaribeiro

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